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Câncer dá isenção do Imposto de Renda? Guia para aposentados e pensionistas

Por Renato Parente Santos — OAB/DF 25.815 12 min de leitura

Resposta rápida

Sim. O aposentado, pensionista ou militar reformado com câncer (neoplasia maligna) tem direito à isenção do Imposto de Renda pela Lei 7.713/88, inclusive depois de curado. Também pode ser possível pedir a restituição dos valores pagos indevidamente, em regra observando o limite dos últimos cinco anos, a data comprovada do diagnóstico e a existência de Imposto de Renda retido.

Câncer dá isenção do Imposto de Renda? Guia para aposentados e pensionistas

Aposentados, pensionistas e militares reformados com câncer têm direito à isenção do Imposto de Renda, mesmo em casos já curados ou em remissão, mas muitos não sabem disso ou só descobrem anos depois do diagnóstico. O benefício não é automático: precisa ser requerido com a comprovação da doença. Este guia explica quem tem direito, quais tipos de câncer se enquadram, quais rendimentos ficam isentos, como deve ser o laudo, o passo a passo do pedido, como declarar no IRPF e como recuperar o que foi pago a mais.

Câncer dá direito à isenção do Imposto de Renda?

Sim. O câncer está entre as doenças graves da Lei 7.713/88, que usa o termo técnico neoplasia maligna. A isenção incide sobre os proventos de aposentadoria, pensão ou reforma e depende do diagnóstico, não do valor da renda. O benefício vale inclusive para quem já se curou.

O que é neoplasia maligna na Lei 7.713/88

A lei não fala em “câncer”, e sim em neoplasia maligna, que é o nome técnico da doença. O direito está no artigo 6º, inciso XIV:

“Art. 6º Ficam isentos do imposto de renda os seguintes rendimentos percebidos por pessoas físicas: XIV - os proventos de aposentadoria ou reforma motivada por acidente em serviço e os percebidos pelos portadores de moléstia profissional, tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome da imunodeficiência adquirida, com base em conclusão da medicina especializada, mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma.”

O inciso XXI estende a isenção aos beneficiários de pensão que tenham as mesmas doenças. Veja outros códigos na tabela de CIDs que isentam o IR.

Qualquer tipo de câncer dá direito à isenção?

Sim. A Lei 7.713/88 usa a expressão neoplasia maligna sem distinguir tipo, órgão ou estágio: qualquer câncer comprovadamente maligno dá direito à isenção do Imposto de Renda sobre aposentadoria, pensão ou reforma. Vale para os mais comuns, como câncer de mama, próstata, intestino, pulmão e pele, e também para leucemias, linfomas, melanomas e tumores raros. O que a lei exige não é um tipo específico, e sim a comprovação da malignidade: o laudo médico com o CID e, em especial, o exame anatomopatológico da biópsia. A distinção que importa é outra: tumores benignos e lesões sem confirmação de malignidade não entram automaticamente no benefício. Confirmado o diagnóstico de neoplasia maligna, o direito existe desde a data documentada da doença, permanece mesmo depois da cura (Súmula 627 do STJ) e abre a restituição do que foi retido nos últimos cinco anos.

O ponto central, portanto, é a documentação médica. Laudos, biópsias, exames anatomopatológicos, relatórios oncológicos e prontuários demonstram a neoplasia maligna. O câncer de pele, o mais comum do Brasil, tem um guia próprio com basocelular, espinocelular e melanoma; o carcinoma basocelular, campeão de dúvidas, também tem artigo dedicado, que vale mesmo nos casos já tratados e curados.

Guias por tipo de câncer e CID

Cada tipo de câncer tem um código na Classificação Internacional de Doenças (CID), e reunimos guias específicos com a documentação, a jurisprudência e o passo a passo de cada caso.

Guias mais procurados

Outros tipos e códigos

Não encontrou o código do seu diagnóstico? Consulte o buscador de CID para ver, na hora, a possível relação entre o código do laudo e a Lei 7.713/88, ou confira a lista completa na tabela de CIDs que isentam o IR. O direito decorre da neoplasia maligna comprovada, e não do órgão atingido: qualquer câncer maligno documentado se enquadra.

Quem tem direito: aposentados, pensionistas e militares reformados

Tem direito à análise da isenção quem recebe proventos por aposentadoria, pensão ou reforma e tem o diagnóstico de câncer. Na prática, isso alcança:

  • aposentados pelo INSS;
  • pensionistas, inclusive de pensão por morte;
  • servidores públicos aposentados por regime próprio (RPPS);
  • militares reformados;
  • beneficiários de previdência complementar, quando os valores estão vinculados à aposentadoria ou à pensão.

Quem ainda está trabalhando não fica isento sobre o salário da atividade. A isenção por doença grave atinge os proventos da inatividade.

Você recebe aposentadoria, pensão ou reforma e teve diagnóstico de câncer? A análise considera o laudo, a data do diagnóstico, a fonte pagadora e os valores de Imposto de Renda já retidos. Verificar meu caso.

Quais rendimentos ficam isentos e quais continuam tributados

A isenção por câncer não torna todos os rendimentos isentos. Ela alcança os proventos de aposentadoria, pensão ou reforma. Outras fontes de renda continuam sendo tributadas normalmente.

Ficam isentosContinuam tributados
Aposentadoria do INSSSalário de quem ainda trabalha
Aposentadoria de servidor público (RPPS)Pró-labore
Pensão, inclusive pensão por morteAluguéis de imóveis
Reforma militarAtividade autônoma
Complementação de aposentadoria, conforme o casoAplicações financeiras
Previdência complementar vinculada à aposentadoria ou pensão, conforme o casoLucros e rendimentos empresariais

Assim, um aposentado com câncer pode deixar de pagar Imposto de Renda sobre a aposentadoria, mas continuar tributado sobre aluguel, salário ou atividade autônoma.

Quem teve câncer curado ou em remissão mantém o direito?

Sim. Essa é uma das dúvidas mais comuns, e a resposta favorece o contribuinte. A Súmula 627 do STJ é clara:

“O contribuinte faz jus à concessão ou à manutenção da isenção do imposto de renda, não se lhe exigindo a demonstração da contemporaneidade dos sintomas da doença nem da recidiva da enfermidade.”

Ou seja, mesmo após a cura ou a remissão, o aposentado ou pensionista continua com a isenção. O objetivo da lei é aliviar quem enfrentou uma doença grave, e não condicionar o direito a estar em tratamento.

Quando o câncer pode não dar direito à isenção

A isenção exige neoplasia maligna comprovada. Tumores benignos, lesões pré-malignas ou nódulos sem confirmação de malignidade não entram automaticamente no benefício da Lei 7.713/88. Por isso o laudo e, em especial, o exame anatomopatológico são decisivos: é a documentação médica que demonstra o caráter maligno do tumor. A isenção também alcança apenas os proventos de aposentadoria, pensão ou reforma, e não o salário de quem segue na ativa.

Um exemplo ajuda a entender a diferença. Um aposentado com diagnóstico de neoplasia maligna confirmado por biópsia reúne elementos para pedir a isenção, mesmo já curado. Já uma lesão benigna, sem confirmação de malignidade, normalmente não gera o direito e pede uma avaliação médica e jurídica mais detalhada.

Como deve ser o laudo médico

A prova central é o laudo médico que descreve a neoplasia maligna e indica o CID, acompanhado dos exames pertinentes. O laudo anatomopatológico ou histopatológico, resultado da biópsia, é uma das provas mais fortes do diagnóstico.

Na via administrativa, costuma-se exigir laudo de serviço médico oficial. Na via judicial, a Súmula 598 do STJ dispensa o laudo oficial quando a doença está comprovada por outros documentos:

“É desnecessária a apresentação de laudo médico oficial para o reconhecimento judicial do direito à isenção do imposto de renda.”

Veja o que o documento precisa conter no guia sobre o laudo médico para isenção.

Documentos necessários para pedir a isenção

Para pedir a isenção do Imposto de Renda por câncer, vale reunir:

  • documento de identificação com CPF e comprovante de residência;
  • laudo ou relatório médico com o diagnóstico de neoplasia maligna e o CID;
  • laudo anatomopatológico, biópsia e exames de imagem que confirmem a doença;
  • data do diagnóstico ou do início da doença;
  • comprovante de aposentadoria, pensão ou reforma;
  • contracheques, extratos do benefício ou informes de rendimentos;
  • declarações de Imposto de Renda dos últimos anos, quando houver pedido de restituição.

A lista detalhada está no artigo sobre os documentos para a isenção do IR por doença grave.

Passo a passo para pedir a isenção

O primeiro passo é sempre o mesmo: reunir o laudo, os exames e os comprovantes de aposentadoria, pensão ou reforma. A partir daí, existem dois caminhos, e vale conhecer o alcance de cada um.

Existe a via administrativa, o requerimento na fonte que paga o benefício (INSS, órgão do servidor ou Forças Armadas). Ela tem limitações conhecidas: costuma exigir laudo de serviço médico oficial, nega com frequência os casos de doença curada ou sem sintomas, em desacordo com a Súmula 627 do STJ, e não resolve a restituição dos anos anteriores.

A via judicial é o caminho que trata o caso por inteiro: aceita o laudo do médico particular (Súmula 598 do STJ), enfrenta a negativa, discute a data de início do direito e busca, na mesma ação, a isenção e a restituição dos últimos cinco anos. Em qualquer cenário, guarde protocolos e documentos e acompanhe o desconto nos meses seguintes.

Como declarar no IRPF

Na declaração anual, os proventos isentos por doença grave entram na ficha de rendimentos isentos e não tributáveis, e não como rendimentos tributáveis. Se você já entregou declarações tratando esses valores como tributáveis, pode ser necessário retificar as declarações dos anos afetados para corrigir a classificação e viabilizar a restituição. O acesso é feito pelos sistemas da Receita Federal, como o e-CAC, e o benefício na fonte é pedido ao órgão pagador.

Como recuperar o Imposto de Renda pago no passado

Além de parar os descontos futuros, quem teve Imposto de Renda retido indevidamente após o diagnóstico pode pedir a restituição dos valores pagos a mais. Em regra, a recuperação observa o limite dos últimos cinco anos, a data comprovada do diagnóstico e a existência de imposto efetivamente retido.

A esfera administrativa até permite a retificação das declarações, mas é na via judicial que costumam se resolver os pontos que travam esses pedidos: a data de início do direito, a dispensa do laudo oficial e o retroativo em si, buscados na mesma ação que reconhece a isenção. Entenda o cálculo no guia sobre a restituição do Imposto de Renda por doença grave.

Já existe Imposto de Renda descontado do seu benefício? Faça uma estimativa inicial na calculadora do IR do aposentado para dimensionar o que pode estar em jogo.

O que fazer se o pedido for negado

É comum a via administrativa negar a isenção para quem já está curado ou sem sintomas, o que contraria a Súmula 627 do STJ. Diante de uma negativa, peça o documento por escrito, guarde o protocolo e complemente o relatório médico, se preciso, com o CID e a descrição do diagnóstico.

Quando a recusa vem de formalismo, ausência de laudo oficial, divergência sobre a data de início do direito ou retroativo não pago, a via judicial pode ser analisada para reconhecer o direito e buscar a restituição dos valores pagos indevidamente. Nas ações de isenção, a idade avançada e a doença grave costumam dar prioridade na tramitação. O guia completo sobre o que fazer quando a isenção é negada detalha os motivos típicos de recusa e os caminhos para reverter.

Quais são os direitos de quem tem câncer?

Entre sessões de quimioterapia, cirurgias e exames de acompanhamento, sobra pouco fôlego para pesquisar leis, e muitos pacientes oncológicos só descobrem anos depois o que poderiam ter exercido desde o diagnóstico. Vários podem ser exercidos desde o diagnóstico, a começar pelo que mexe diretamente no contracheque de quem já se aposentou.

O primeiro é a isenção do Imposto de Renda sobre aposentadoria, pensão ou reforma. Aqui o paciente com câncer está em posição direta: a neoplasia maligna consta nominalmente do rol da Lei 7.713/88, sem depender de interpretação por analogia. O direito alcança quem faz quimioterapia ou qualquer outro tratamento neste momento e também quem já teve câncer e hoje está curado, situação que a Súmula 627 do STJ resolve em favor do contribuinte. Além de encerrar o desconto mensal, o reconhecimento abre a devolução do que foi retido nos últimos cinco anos, com correção pela Selic e incluindo o imposto sobre o 13º. Duas balizas completam o quadro: o salário de quem segue na ativa continua tributado, como definiu o STJ no Tema 1.037, e a via judicial aceita o laudo do médico particular, na linha da Súmula 598, já tratada neste guia.

Os demais direitos têm requisitos próprios:

  • A aposentadoria por incapacidade permanente depende de perícia médica do INSS que reconheça a impossibilidade de continuar trabalhando. Para a isenção do IR serve qualquer modalidade de aposentadoria, inclusive por idade ou por tempo de contribuição.
  • O adicional de 25% sobre o benefício se destina apenas aos aposentados por incapacidade que precisam da assistência permanente de outra pessoa, conforme decidiu o STF no Tema 1.095.
  • Famílias de baixa renda podem buscar o BPC, benefício assistencial no valor de um salário mínimo.
  • O saldo do FGTS pode ser sacado nas hipóteses de doença grave previstas na legislação do fundo, avaliadas caso a caso.
  • Quem tem doença grave do rol tem direito ao andamento prioritário de seus processos, previsto no Código de Processo Civil.

Há também direitos na área da saúde e do tratamento, com regras próprias, que caminham em paralelo aos temas tributários e previdenciários.

Em resumo

O câncer, tratado pela Lei 7.713/88 como neoplasia maligna, está entre as doenças que isentam o Imposto de Renda, e o direito não depende do órgão atingido, e sim da comprovação do tumor maligno. O benefício alcança aposentados, pensionistas e militares reformados, vale mesmo depois de curado ou em remissão (Súmula 627 do STJ) e não atinge o salário de quem segue na ativa. O laudo, com destaque para o exame anatomopatológico, é a prova central. Além de interromper o desconto, pode ser possível pedir a restituição dos valores pagos indevidamente, em regra observando o limite dos últimos cinco anos, a data comprovada do diagnóstico e a existência de Imposto de Renda retido.

Se você ou um familiar tem câncer e recebe aposentadoria, pensão ou reforma, vale reunir a documentação e buscar uma análise. Fale com um advogado especialista em isenção de IR por doença grave, confira a lista de doenças que isentam o Imposto de Renda e a página sobre isenção do Imposto de Renda para aposentados e pensionistas.

Atuação do escritório

A Fernandes e Parente Advogados Associados atua desde 2003 e, atualmente, dedica-se exclusivamente à isenção do Imposto de Renda para aposentados, pensionistas e militares reformados com doenças graves previstas na Lei 7.713/88. Com atendimento nacional, o escritório reúne ampla experiência prática no tema, com milhares de processos públicos relacionados à isenção de IR e mais de 7.000 registros catalogados em bases jurídicas como o Jusbrasil. Cada situação é analisada de forma individual, a partir do laudo e dos documentos do contribuinte.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

Câncer dá direito à isenção do Imposto de Renda?
Sim, quando se trata de neoplasia maligna comprovada por documentação médica e a renda é de aposentadoria, pensão ou reforma. O direito decorre do diagnóstico, não do órgão atingido.
Qualquer tipo de câncer dá direito à isenção de Imposto de Renda?
Sim. A lei fala em neoplasia maligna, sem listar tipos: de mama a próstata, de pele a leucemia, todo câncer maligno comprovado se enquadra. O que fica de fora são os tumores benignos e as lesões sem confirmação de malignidade no laudo.
Servidor público na ativa com câncer tem isenção?
Sobre o salário da ativa, não: a isenção da Lei 7.713/88 alcança apenas aposentadoria, pensão e reforma. O servidor que se aposentar com o diagnóstico documentado passa a ter direito à isenção sobre os proventos, e a data da doença conta para o retroativo.
Quem teve câncer curado ou em remissão continua com direito?
Sim. Pela Súmula 627 do STJ, não é necessário demonstrar sintomas atuais nem recidiva da doença para a concessão ou a manutenção da isenção.
Câncer de mama dá direito à isenção do Imposto de Renda?
Sim. O câncer de mama é uma neoplasia maligna e está entre os casos que garantem a isenção, inclusive após a cirurgia, a quimioterapia ou já em remissão. O que vale é o diagnóstico descrito no laudo.
Câncer de pele dá direito à isenção do Imposto de Renda?
Depende da natureza do tumor. Melanoma e outros tumores malignos podem se enquadrar como neoplasia maligna; lesões benignas não geram o direito automaticamente. O laudo médico é que define.
Quem ainda trabalha tem isenção sobre o salário?
Em regra, não. A isenção da Lei 7.713/88 alcança os proventos de aposentadoria, pensão ou reforma, e não o salário de quem segue na ativa.
Preciso de laudo de hospital público para pedir?
Na via administrativa costuma-se exigir laudo de serviço médico oficial. Na via judicial, a Súmula 598 do STJ admite a comprovação por documentos da rede particular, quando suficientes.
O exame de biópsia ajuda?
Sim. O laudo anatomopatológico ou histopatológico é uma das provas mais importantes para demonstrar a neoplasia maligna.
Posso recuperar o imposto pago no passado?
Pode ser possível recuperar valores pagos indevidamente, em regra observando o limite dos últimos cinco anos, a data comprovada do diagnóstico e a existência de imposto efetivamente retido.
A isenção vale para previdência privada?
Pode valer para a complementação de aposentadoria ou a previdência complementar vinculada à aposentadoria ou pensão, conforme o caso.
Quem faz quimioterapia tem direito à isenção do Imposto de Renda?
Sim, desde que a renda venha de aposentadoria, pensão ou reforma. O que dá o direito é o diagnóstico de neoplasia maligna documentado, esteja o paciente em quimioterapia, em outra fase do tratamento ou já curado. O salário de quem continua trabalhando segue tributado.
Quem tem câncer tem direito a algum benefício do INSS?
Pode ter. A aposentadoria por incapacidade permanente depende de perícia do INSS que confirme a impossibilidade de trabalhar, e o adicional de 25% se destina apenas a quem, aposentado por incapacidade, precisa da assistência permanente de outra pessoa. Para famílias de baixa renda existe ainda o BPC, no valor de um salário mínimo. Já a isenção do Imposto de Renda aceita qualquer modalidade de aposentadoria.
Renato Parente Santos

Sobre o autor

Renato Parente Santos

OAB/DF 25.815 • Fernandes e Parente Advogados Associados

Formado pelo Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB) em 2004, atua desde então exclusivamente no exercício da advocacia. Seu interesse na área tributária surgiu durante os 2 anos de estágio realizado na Procuradoria Geral do Distrito Federal. Com pós-graduação em Direito Tributário pela Fortium/DF, após mais de 20 anos de atuação nas mais diversas áreas do direito, encontrou sua verdadeira realização profissional nas demandas que buscam a isenção de imposto de renda para aposentados e pensionistas portadores de doença grave.

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